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20/09/2007


Programa de microcrédito produtivo dobra renda de pequenos empreendedores, diz coordenador

Os impactos sociais do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), do Ministério do Trabalho e Emprego, estão em discussão hoje (20) no seminário "Microcrédito: Construção de Redes e indicadores de Desempenho". De acordo com o coordenador do programa, Almir da Costa Pereira, os empréstimos melhoram a qualidade de vida de pequenos empreendedores.
“Todo empreendimento que recebe o investimento tem como impacto direto a ampliação do estoque de mercadorias disponíveis naquele pequeno empreendimento e naturalmente para a comunidade do entorno. O rendimento de um empreendedor apoiado pelo microcrédito após dois anos duplica. Esse resultado repercute em mais serviços prestados à comunidade, mais alimentação, melhoria na proteção à saúde, atenção com a educação e também passa a consumir bens que não faziam parte da realidade anterior”.
O programa do microcrédito tem o objetivo de aumentar o acesso à renda de pequenos empreenderes que tenham renda bruta anual de até R$ 60 mil. Os recursos são disponibilizados por Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) e cooperativas.
“O PNMPO tem duas missões principais: promover o acesso aos recursos financeiros, e promover o desenvolvimento institucional das organizações operadoras de microcrédito”, explicou Pereira.
O economista gestor do PNMPO, Nilson Roberto da Silva, disse que o principal impacto do microcrédito produtivo é a ascensão social da famílias que tomam o recurso emprestado. “O impacto seria a mobilidade social, porque a função principal do microcrédito é atingir uma população de baixa renda. Se nessa renda ela tem uma oportunidade de melhorar a sua condição e de sua família, o programa está cumprindo o objetivo”.
O secretário nacional de Economia Solidária, Paul Singer, disse que o microcrédito produtivo do MTE contribui para redução da pobreza no Brasil.
“Pobre por definição é quem não tem dinheiro. Mas na verdade, na produção, dinheiro é capital e é essencial. Então oferecer aos pobres acesso a capital é o primeiro passo para eles poderem sair, pelo seu próprio esforço, da pobreza. Os bancos são fechados aos pobres. Historicamente eles nunca os atenderam. Por isso, surgiu o microcrédito que é uma forma alternativa e diferente de atender à pobreza”.
Durante o seminário, que vai até amanhã (21), os representantes de instituições que oferecem o microcrédito e o governo também vão discutir a criação de uma rede nacional
Agência Brasil - 20/09/2007


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